Existe diferença entre roupa e arquitetura? - Segunda parte
Após a discussão no Museu de Arte da Pampulha sobre esse tema, foi possível observar ainda mais o quanto essa questão é vasta e complexa. A resposta pode depender o conceito específico que está sendo analisado, e por isso é necessário estipular pontos particulares para essa verdadeira dissecção do assunto.
Foi possível reiterar que as duas coisas possuem certos conceitos em comum, a proteção contra as intempéries, o resguardo da privacidade, a expressão da individualidade, a demonstração de status etc. Mas todas essas aparentes semelhanças guardam discrepâncias no modo como são proporcionadas, no modo de interação com o ambiente e com o próprio usuário.
O grande cerne da questão consiste simplesmente na usabilidade corriqueira que cada um desses elementos possui. A roupa foi criada para se vestir, e a arquitetura para se habitar. Esses simples verbos sintetizam a impossibilidade de cada um assumir o lugar do outro. Se certa afirmação julgar que certo caso há, pode estar ocorrendo uma desconsideração da exata significação de cada termo.
Foi possível reiterar que as duas coisas possuem certos conceitos em comum, a proteção contra as intempéries, o resguardo da privacidade, a expressão da individualidade, a demonstração de status etc. Mas todas essas aparentes semelhanças guardam discrepâncias no modo como são proporcionadas, no modo de interação com o ambiente e com o próprio usuário.
O grande cerne da questão consiste simplesmente na usabilidade corriqueira que cada um desses elementos possui. A roupa foi criada para se vestir, e a arquitetura para se habitar. Esses simples verbos sintetizam a impossibilidade de cada um assumir o lugar do outro. Se certa afirmação julgar que certo caso há, pode estar ocorrendo uma desconsideração da exata significação de cada termo.


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