Visita à exposição Incerteza Viva

No mês de abril, visitei a exposição Incerteza viva  (título da 32ª Bienal de São Paulo), no Palácio das Artes. a proposta da bienal era debater sobre as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas. Algumas das obras possuíam importantes questionamentos acerca de temas relacionados à inteligência ambiental e à ecologia, de forma explícita na maioria das vezes. É nesse âmbito que a "incerteza" se evidencia: ligada aos processos individuais de tomada de decisão, e o modo como essas atitudes influenciam no entendimento dos problemas concretos.








O conceito de incerteza é também explorado no modo como, em especial, as artes, fazem com que a dúvida e as subjetividades se encontrem num ambiente em que não há nada pré-estabelecido, é sempre associação e desencontro de contrastes e fantasias. Contando com obras de todas as espécies, a exposição como um todo provocou bem o pensamento sobre o impacto que as ações humanas podem gerar no ambiente, e as possíveis soluções para tal, causa uma nova incerteza, viva.






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