Visita à exposição Pintura – ou a Fotografia como violência, de Éder Oliveira (Edital de Ocupação 2017)
A exposição ocorreu na Galeria Genesco Murta, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Ela é dividia em nove séries de pinturas que buscam representar pessoas comuns, que vim a saber depois que representam a população paraense, de maioria negra ou mestiça que comumente estampam os noticiários policiais.
Partindo de rostos de pessoas normais, é muito interessante o modo como cada obra nos permite deduzir, através da simples feição, um pouco da vida da pessoa e certas características dela.
As pinturas de Éder exibem muitas vezes um jovem com um sorriso peculiar, um corte de cabelo diferente, a borda da roupa e outros pontos que partem da quotidianeidade para a contemplação e reflexão. E mais do que isso, nos permitem analisar como cada elemento da nossa anatomia, da indumentária e do gestual possui o poder de transparecer características essencialmente interiores
Partindo de rostos de pessoas normais, é muito interessante o modo como cada obra nos permite deduzir, através da simples feição, um pouco da vida da pessoa e certas características dela.
As pinturas de Éder exibem muitas vezes um jovem com um sorriso peculiar, um corte de cabelo diferente, a borda da roupa e outros pontos que partem da quotidianeidade para a contemplação e reflexão. E mais do que isso, nos permitem analisar como cada elemento da nossa anatomia, da indumentária e do gestual possui o poder de transparecer características essencialmente interiores







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